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domingo, 1 de novembro de 2009

Besouro - Gostei!

Estou muito chateado pela quantidade de críticas que ando lendo sobre o filme Besouro, do premiado publicitário João Daniel Tikhomiroff. A pior crítica que vi foi da Veja, que diz: “Besouro passa muito longe de preencher qualquer uma das expectativas que suscitou”. Também diz: ”O que realmente deixa Besouro no chão, porém, são as cenas de ação”. E ainda: “(...) o elenco recrutado entre capoeiristas sofre para dar conta do recado”. A jornalista responsável por essa matéria foi Isabella Boscov. Não concordo nem um pouco com ela.

Primeiro, não sei que expectativa existia. Eu não tinha expectativa nenhuma pra falar a verdade, só me interessei pelo filme por ter a capoeira como tema central, como o próprio diretor falou: “um filme que reúne fantasia, romance, ação e aventura, e que tem na capoeira um de seus principais elementos”. A expectativa que ela fala deve ser porque é o primeiro longa de um diretor consagrado na publicidade, mas se é o primeiro longa do cara, não era pra se esperar grandes coisas, não?

Segundo, porque adorei as cenas de luta. Sou capoeirista e vi os golpes da capoeira em todas as cenas de ação, na verdade nunca vi um golpe de capoeira sendo usado pra realmente machucar alguém, pois, como fala no filme, capoeira é dança. No entanto, achei que foi bem colocado os golpes na porradaria. Além disso, o filme é engraçado e o protagonista é um puta negão gostoso. Se ele é um bom ator? Acho que se saiu bem, já que é estreante.

Resumindo, o filme preenche a expectativa que suscitou: contar a história do lendário Besouro, cujas histórias são cantadas até hoje nas rodas de capoeira. Ainda esclarece a crença nos orixás, falando um pouco de cada um deles. Tem aventura, ação, romance e cenas engraçadíssimas. Vale a pena assistir.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Filme: Bruno - Ruim


Bruno é muito apelativo. Enquanto no filme Borat dava pra acreditar naquelas bizarrices todas, afinal cara vinha lá de nunseioquequistão e se deparava com uma cultura completamente diferente. As coisas que Borat fazia poderiam realmente ser verdadeiras, confesso que eu cheguei a acreditar. Já Bruno exagera. O cara é da Áustria e mesmo gay não dar pra ser tão nonsense e bizarro. Ex: Servir sushi em cima de um gordo peludo pelado é muito ridículo, apeloção demais, perde a graça. Não vale a pena.

Filme: Em Tempos de Paz

Adorei Em Tempos de Paz! Não estava muito a fim de assistir não, achei que fosse filme de tortura e maldade. Daqueles que tenho que virar o rosto, mas não o filme é lindo! Mostra a esperança do povo no pós-guerra. Vale à pena, e olha que não curto filme brasileiro não.

domingo, 17 de maio de 2009

Anjos e Demônios - Lixo!

Assisti Anjos e Demônios e não gostei, assim como não gostei do filme O Código da Vinci. O Código eu li, Anjos e Demônios não. Sai do cinema achando maneirinho devido a emoção que acabara de passar, mas depois comecei a comparar e vi que são idênticos.
Feitos com base numa fórmula que o Dan Brown criou/copiou:
Uma conspiração. Um Crime. Uma perseguição. Uma pista leva a outra pista. Que leva a outra pista. Perto do final as pistas levam até um suspeito. Quem parecia suspeito é o inocente.Quem parecia inocente é o criminoso...

Previsível não? Desculpa se fiz alguém desistir de assistir.

sábado, 7 de março de 2009

Confesso que invadi a Sessão




Fiz um coisa muito feia.
Tive medo de pagar um mico, mas valeu a pena.
Minhas amigas me chamaram para ver "Quem quer ser um Milionário?". Cheguei atrasada no cinema, elas já tinham entrado e a sessão estava lotada. Me bateu um desespero. Vim até aqui pra assistir filme sozinha? Ah não! Piorando ainda mais, esqueci a carteirinha de estudante. Isso quer dizer R$16,00 na lata. Liguei pra minha amiga pra contar a situação ela falou: "Compra pra qualquer filme no horário mais próximo que eu estou guardando um lugar pra você".


Está bem, desembolsei os 16 e comprei bilhete para A Pantera Cor de Rosa. Como no Cinemark do Plaza eles olham seu bilhete na entrada e você vai pra sala sozinha, fui toda serelepe pra sala 6. Quando estou chegando perto vejo que tem um bilheteiro conferindo o bilhete das pessoas que entravam na sala 6. E agora? Já tava na reta certinha pra entrar na sala, tive que fazer uma curva, dar uma disfarçada, mas beleza, fingi que lembrei de comprar a pipoca. O bilheteiro ficou olhando pra mim, deve ter pensado exatamente o que era. Eu estava tentando fura a sessão. Piorando um pouco mais a bateria do meu celular estava acabando (ela sempre acaba do nada). Eu precisava avisar a minha amiga. Consegui falar, ela levou o bilhete dela pra mim e me encontrou no banheiro. O dela, bom, ela acabou de sair, o cara deveria lembrar. Na hora ele não pediu meu bilhete (Ufa!). Sou péssima pra essas coisas de mentira, fiquei o filme todo pensando que alguém não acharia lugar pra sentar por minha causa. Mas talvez fosse uma casal e aproveitaram pra ficar mais juntinhos...
Ah o filme? Maravilhoso!! É tensão do início ao fim, deixa com os olhos grudados na tela, não é a toa que ganhou oito Oscars: Melhor Filme, Diretor, Roteiro Adaptado, Fotografia, Edição, Trilha Musical, Canção ("Jai Ho") e Mixagem de Som.
Obs: Isso no menino é cocô.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Marley & Eu

Esse fim-de-semana fui ver Marley & Eu. Já li o livro e desde que o filme lançou to tentando ver, convenci meu pai e meu irmão de assistirem comigo. Meu pai ficou achando que era aqueles filmes de Sessão da Tarde que o cãozinho é herói, mas passa longe desse roterinho batido de super-cão.
Recomendo tanto o livro quanto o filme. O filme é bem preso ao que é contado no livro, até mesmo os lugares que John descrevia. A casa que eles vão morar quando saem de Miami era exatamente como eu imaginava, achei incrível isso. Gosto quando isso acontece.
Além de engraçado o filme é de emocionar. Mostra o quão forte é o amor que envolve os laços de uma família e seu cãozinho. Legal quando quando John fala que para um cão não importa quem você é, os bens que você tem, o que você faz. Dê o seu amor e ele vai te amar e ser fiel a vida toda.
Marley era muito bagunceiro, deu muito prejuízo para os Owen, mas com suas trapalhadas deixou a família bem de grana agora, não?

Sinopse: História de uma família que aprende muito com seu cão Marley, um labrador um tanto neurótico que ensina a seus donos boas maneiras e o que realmente importa na vida.